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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Notícias daqui - parte III










Para finalizar a retrospectiva 2009, não posso deixar de falar sobre as nossas tão esperadas férias. Em teoria, férias seriam para descansar, certo? Mas para quem tem filhos, e especialmente, para quem tem um bebê de 1 ano e 4 meses, férias não é sinônimo de descanso. Muito pelo contrário! Eu brincava que quando acabassem as minhas férias, finalmente eu voltaria ao trabalho para descansar!! Mas, apesar do cansaço, as nossas férias foram maravilhosas!! Nosso roteiro:

24/12: natal em Brasília com a família do Ricardo.

25/12: viajamos para o Rio e curtimos um almocinho de natal com a minha mãe.

31/12: viajamos para São Paulo e passamos o ano novo com a minha irmã.

02/01: voltamos para o Rio.

04/01: viajamos para Búzios.

08/01: voltamos para o Rio.

09/01: voltamos para Brasília.

Ufa...

A Clarinha não esteve com a gente o tempo todo. No ano novo, ela preferiu subir a serra com a minha mãe e não nos acompanhou na ida à Sampa. A Clarinha tem verdadeira paixão pela avó. Quando vai para o Rio, só quer saber dela. E elas se divertem muito! Vão ao cinema, teatrinhos e passeiam por todo o lado. Um verdadeiro grude! Acho a relação delas muito legal e me lembra a minha relação com a minha avó, quando eu era criança. Nós também morávamos longe uma da outra, eu no Rio e ela em Porto Alegre. Mas, quando nos encontrávamos, ficávamos grudadas! Eu sofria muito depois com a separação, exatamente como a Clarinha sofre quando vamos embora do Rio. Ela chora sentida mesmo. Chora, pois já tem noção da distância, do tempo e da saudade... Eu me lembro exatamente desse sentimento. Era o mesmo que eu sentia quando eu me separava da minha querida vó Jane.

Em Búzios, a família estava completa: Eu, Ricardo, Clarinha e Beatriz. Ficamos em uma pousadinha ótima, na praia da ferradura. As meninas se divertiram muito!!! A Beatriz amou a praia (eu, que fui criada na beira da praia, tenho duas filhas candangas que só vão à praia uma vez por ano, kkkkkkkkkkk). A Bibi brincava o tempo todo, andava na beirinha do mar, molhava as maõzinhas, coisa mais linda. Explorando texturas novas, lugares diferentes. Para a Clarinha, os atrativos já são um pouco diferentes (e mais caros, hehe): ela estava super corajosa! Na praia, andou em uma bóia puxada por uma lancha (andava bem rápido) e andou de caiaque. À noite, a levamos a um centro de diversões radicais, onde tinha aquele elástico que as crianças pulam muuuuiiiiiito alto, rali de jipe, tirolesa, kart, dentre outras atrações. Ela foi no elástico e no jipe. Na tirolesa, ela chegou a subir, mas desistiu quando viu a altura. Além disso, curtimos um teatrinho na pracinha da armação no fim de tarde. Foi tudo muito bom! Búzios é uma delícia. Eu, que curti muito a cidade na minha adolescência, agora aproveitei o que Búzios oferece para as famílias. Eu, que só ia a praia em Geribá, na mais pura badalação, curti praias mais tranqüilas para crianças, como a ferradura e João Fernandes. À noite, ficávamos na varandinha do nosso quarto, tomando um vinho e relaxando. Longe do agito da rua das pedras e curtindo aqueles rostinhos rosados de sol... aquelas carinhas de anjo que só as crianças têm quando dormem. Existe coisa melhor que isso?

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Notícias daqui! Parte II









Em dezembro, além das duas viagens a trabalho comentadas no post anterior, teve a comemoração do primeiro aniversário do meu sobrinho Bernardo. E, como minha família está toda espalhada pelo Brasil a fora, nós nos deslocamos até São Paulo para participar da bagunça. E valeu a pena, claro!! Foi uma ótima oportunidade de reunir a família. O Bernardo está uma gracinha, andando para todo lado. Nessa hora dá uma peninha de ficar tão longe... o Bernardo e a Beatriz têm praticamente a mesma idade e seria muito legal se eles convivessem... ela, inclusive, já vê as fotos dele, reconhece e fala: “Bêêêê...”. Linda!!! A Clarinha é a mocinha da família, mas se diverte com as peraltices dos bebês.

A festinha foi ótima! As crianças se divertiram um monte e os adultos também. Voltando para casa após a festa, só para lembrar que estávamos na capital paulista, pegamos 2 horas de engarrafamento e chegamos em casa à 1 hora da manhã. Cansados, mas felizes de termos participado de uma comemoração tão especial: o primeiro aninho da vida do nosso querido Bezinho.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Noite da soneca

Minha bebê está crescendo!!!! Sexta-feira dormiu fora de casa, vê se pode? Calma, não estou falando da Beatriz, hehehe. Estou falando da minha bebezona que 6 anos que está cada dia mais independente...

Então... na sexta-feira rolou a “Noite da Soneca” na escola. A bagunça foi organizada pela escola especialmente para as crianças do 1º ano, como uma forma de despedida, pois no ano que vem eles terão que mudar de escola. Foram 3 turminhas de 1º ano (cerca de 60 crianças!!!) assistidas pelas respectivas professoras e assistentes. Cada criança ganhou uma listinha de coisa que deveria ser levada para a noite da soneca. A Clarinha já sabia de cor a tal listinha e juntas, nós organizamos a malinha. Ela levou:

- Colchonete e roupas de cama

- Pijama e pantufa

- Escova de dentes

- Lanche reforçado para a ceia

- Lanterna para caça ao tesouro

- Roupa para o dia seguinte

- Ursinho para dormir abraçada

Ela estava numa ansiedade só! Preparou tudo com muito carinho, conferiu tudo e juntas fomos para a escola. Chegando lá, o clima já era de festa. Os colchonetes estendidos, as coisinhas arrumadinhas, pais tirando fotos, crianças correndo e gritando. Deixei a caminha dela arrumada, a malinha ajeitada e fui para casa com o coração apertadiiiiiiiinho.... chegando em casa, me toquei que tinha esquecido o celular no trabalho. Nossa, que desespero!!!! E se ela chorar e quiser voltar para casa?? Como eles vão me achar? Voltei correndo para o trabalho para buscar meu celular é claro. Durante toda a noite fiquei pensando nela. No que ela estaria fazendo, se estaria se divertindo, se dormiria facilmente, se sentiria minha falta, se choraria... pensei até em ligar para a escola para saber como estava tudo, mas pensei que seria melhor não ligar, pois de repente ela poderia sentir saudades e estragar a noite tão esperada. Bom, a noite passou e eu não recebi nenhuma ligação. Fui dormir com o coração apertado, pois estava frio e o colchonete era fininho... será que a minha pequena dormiria bem? Será que sentiria frio? Será que acordaria no meio da madrugada sentindo falta de casa? Será que faria xixi na cama e ficaria morta de vergonha? Será, será, será....

No dia seguinte, o pai dela que a buscou, pois já estava combinado que eles passariam o sábado juntos. Logo cedinho ela me ligou contando que foi muito legal, que eles se divertiram muito, que teve caça ao tesouro, show de talentos, desfile de pijamas e que eles foram dormir meia-noite e meia!!!! Estava toda feliz!! Na hora senti um alívio imenso!! Tudo tinha dado certo e minha pequena teve uma experiência incrível para uma menina de 6 anos!

Nessas horas a gente se dá conta em como o mundinho das crianças se amplia em tão pouco tempo. Quando são bebês, o mundo deles se resume à mamãe, parece que nada mais importa e as pessoas se dividem em: “mamãe” e “não é a mamãe”. Já na idade da Clarinha, os amiguinhos são muito importantes. Se ela está brincando com uma amiga, nem lembra da minha existência e é capaz até de dormir fora de casa!! Gosto muito de ver essas pequenas conquistas, esses pequenos passos em direção à independência. Afinal de contas, o objetivo é esse: dar o máximo de segurança para que eles possam trilhar seus próprios caminhos pelo mundo.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Finais de semana

Eu trabalho fora de casa. Praticamente o dia inteiro. Durante a semana, fico com as meninas de manhã bem cedinho, antes de sair para trabalhar. Vou em casa na hora do almoço e fico por 1 hora e meia. O tempo de almoçar, amamentar a Beatriz, arrumar a Clarinha e a sua mochila e sair para levá-la na escola. Tudo super corrido. A Beatriz já percebe quando eu vou sair e chora bastante... é de cortar o coração vê-la chorando com os bracinhos abertos e falando: mamããããããã, mamaiiiiiiiiiii. Ai, dó!!!! A Clarinha já se acostumou. Tem época de chorar bastante também, mas de uns tempos para cá, tem ficado na boa quando eu saio. Ainda bem, pois sair com as duas chorando ia ser dureza!!! Volto às 18 horas e daí em diante meu tempo é delas. Ajudo a Clarinha com os deveres de casa em meio à bagunça da Beatriz que quer pegar os lápis, rasgar os cadernos, comer a borracha!!! Ehhehehhehe. Sei que tenho que botar ordem na casa nesse momento para não tirar a concentração da Clarinha (1ª resolução para 2010: fazer um cantinho para estudos e deveres).

Como não poderia ser diferente, nos finais de semana, aproveitamos para curtir muito as pequenas. Mas, como a diferença de idade é grande, fica difícil conciliar os programas das duas princesas. A Clarinha gosta de ir ao cinema, teatrinho, livraria. A Beatriz está na fase de explorar tudo. Não para quieta um só segundo, quer ficar andando para lá e para cá e, como ainda não anda sozinha (está começando agora a dar uns passinhos sozinha agora), fica puxando a nossa mão para todo o lado! Para deixar a Beatriz feliz, basta levá-la para andar embaixo do prédio. Ela pisa nas folhas secas, pisa na grama. Tudo é novidade! Só que eu fico com dó da Clarinha, pois nunca consigo fazer um programa legal com ela. Recentemente fomos ver “Hannah Montana – o filme” e a Beatriz ficou com o Ricardo. Mas, raramente dá para fazer isso, pois a Beatriz ainda é muito pequena e precisa muito da mãe... Esse final de semana resolvi conciliar um programa com as duas: fomos à nicolândia, um parque de diversões que tem aqui no parque da cidade de Brasília. Claro que só deu pra conciliar porque o Ricardo foi junto. Enquanto ele rodava com a Clarinha nos brinquedos, eu ficava andando com a Beatriz. A Clarinha curtiu muuuuuiiito! Está super corajosa! Foi na montanha russa com o Ricardo (uma montanha russa pequena, mas suficiente para me dar náuseas, hehehe). Foram na roda gigante (nessa até a Beatriz foi. Eu fiquei de fora pois morro de medo! Hahaha). E foi pelo menos umas 5 vezes em um brinquedo que despenca (o da foto). Nada muito radical, pois ela só tem 6 anos. Mas.... ainda bem que o Ricardo foi comigo, pois o carrossel é o máximo de emoção que eu consigo suportar, hehehe. E a Bibi? Bom, ela curtiu mesmo andar, andar e andar... explorar tudo e mais um pouco. Fomos no carrossel, é bem verdade. Mas até lá ela também não sossegou! Ficou trocando de cavalinhos toda hora. No fim do dia chapou no meu colo andando no minhocão!! Que gracinha! Bom, foi bem legal! Saldo positivo no final. Conseguimos divertir as duas e ainda comemos um churros delicioso na saída! Huuummm.... gostinho de infância.