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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Notícias daqui! Parte II









Em dezembro, além das duas viagens a trabalho comentadas no post anterior, teve a comemoração do primeiro aniversário do meu sobrinho Bernardo. E, como minha família está toda espalhada pelo Brasil a fora, nós nos deslocamos até São Paulo para participar da bagunça. E valeu a pena, claro!! Foi uma ótima oportunidade de reunir a família. O Bernardo está uma gracinha, andando para todo lado. Nessa hora dá uma peninha de ficar tão longe... o Bernardo e a Beatriz têm praticamente a mesma idade e seria muito legal se eles convivessem... ela, inclusive, já vê as fotos dele, reconhece e fala: “Bêêêê...”. Linda!!! A Clarinha é a mocinha da família, mas se diverte com as peraltices dos bebês.

A festinha foi ótima! As crianças se divertiram um monte e os adultos também. Voltando para casa após a festa, só para lembrar que estávamos na capital paulista, pegamos 2 horas de engarrafamento e chegamos em casa à 1 hora da manhã. Cansados, mas felizes de termos participado de uma comemoração tão especial: o primeiro aninho da vida do nosso querido Bezinho.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Convite festa 1 aninho!

O primeiro aninho da Beatriz vai ser comemorado no próximo domingo, dia 06 de setembro. Este vídeo foi o convitinho que fizemos para a festa. Foi preparado com muito carinho por mim e pelo Ricardo.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

1º aninho e relato de parto


Enrolei muito tempo para escrever meu relato de parto. Daí, decidi que faria isso quando a Beatriz completasse 1 ano, como uma forma de reviver tudo o que passamos e homenageá-la neste dia tão especial. Hoje, dia 1º de setembro de 2009, minha princesa completa 1 aninho. E não tem como não se emocionar ao relembrar do seu nascimento. Um dia que marcou para sempre as nossas vidas.

....

A gravidez foi um susto! Totalmente inesperada, minha princesa foi feita em Londres (muito chique), em uma viagem que eu e o Ricardo fizemos em dezembro de 2007. Voltamos para o Brasil, passamos o ano novo em Maresias e ela já estava lá, sem que nós soubéssemos... a menstruação atrasou, mas como eu usava anticoncepcional de adesivo, não dei muita bola. Achei que poderia ser um efeito do contraceptivo. Depois de 10 dias de atraso, resolvi fazer um exame de sangue, mais por desencargo de consciência, afinal de contas, a chance de engravidar tomando anticoncepcional é mínima. E não é que o exame foi positivo??? Fiquei muito confusa na hora. Muito mesmo. Não tinha intenção nenhuma de engravidar naquele momento. Eu já tinha a Clarinha, do meu primeiro casamento. Eu e o Ricardo planejávamos ter um filho, mas não naquela hora. Mas, ela veio. E passado o susto inicial, começamos a curtir muito a gravidez.

Começamos a procurar um obstetra. Nessa busca inicial, não estava preocupada exatamente com o parto. Eu queria logo encontrar um médico para começar os exames do pré-natal. Tínhamos decidido que não contaríamos para ninguém sobre a gravidez, antes de ver o coraçãozinho do bebê batendo lá dentro. Como não sou de Brasília, peguei indicação de um médico que fez o parto de várias conhecidas nossas, a maioria foi cesárea. Não dei bola para isso, afinal de contas, no Brasil isso é normal (!?)... Como a Clarinha, minha primeira filhota nasceu de cesárea, logo nas primeiras consultas, já perguntei: é possível um parto normal depois de uma cesárea? O médico falou que sim, sem problemas. Mas eu não levei muita fé não... pelas conversas de consultório (sempre muiiiiiiiito lotado), já percebi que se eu continuasse com ele, seria mais uma na estatística assustadora de cesáreas na rede particular de hospitais daqui de Brasília. Confesso que cheguei a pensar: não é mais cômodo eu continuar com esse médico e ter mais uma cesárea? O que que tem? Tudo muito faz cesárea e fica tudo ótimo! Sim, era mais fácil. Mas, definitivamente, não era o que eu sonhava para mim e para aquele bebezinho minúsculo cujo coração já batia forte na minha barriga.

Comecei a minha busca pela internet e caí no mundo do parto humanizado. Confesso que me assustei quando vi que existiam mulheres que pariam em casa e sem anestesia! Como assim, sem anestesia? Eu queria um parto normal sim, mas sem anestesia era um exagero! O processo de mudança foi lento, mas aos poucos foi entrando naquele mundo. Fiz contato com doulas queridas e cheguei, às 24 semanas de gravidez ao consultório da Dra. Rachel, umas das poucas indicações de médicos adeptas do parto humanizado aqui em Brasília. Senti que estava em um caminho sem volta. Que não poderia "amarelar" e desistir de tudo. Que teria que ser forte e controlar minha ansiedade, minha pior inimiga. E que teria sim meu parto normal. No fundo, desde que comecei a me aventurar pelo mundo do parto humanizado, tinha certeza que conseguiria.

Minha data prevista de parto era 31 de agosto. Com 39 semanas de gravidez, minha ansiedade patológica estava totalmente sob controle. Eu sabia que mais dia, menos dia, chegariam as contrações tão esperadas. No dia 28 de agosto, quinta-feira, fui no consultório da Dra. Rachel e ela fez um exame de toque meio desanimador: nada de dilatação, colo longo e grosso e o orifício externo do colo já meio amolecido. Ela me disse que provavelmente não nos veríamos naquele fim de semana e deixou a consulta marcada para a próxima terça... tudo bem... não tinha esperanças mesmo que a Beatriz chegasse antes das 40 semanas. Mas também não queria chegar às 42, pois a ansiedade começaria a apertar...

Dia 30 de agosto de 2008, sábado, véspera da DPP. Às 5 horas da manhã, senti umas contrações meio diferentes... eram um pouco incômodas, lembrando as cólicas menstruais. Comecei a cronometrá-las e vi que tinham uma certa regularidade. Vinham a cada 15 ou 20 minutos. Opa!!!! Será????? Tentei cochilar, mas não consegui. Não agüentei e acordei o Ricardo: "amor, tô com umas contrações esquisitas... será que a Bia está chegando?" Ficamos esperando, mas vimos que elas estavam irregulares. Cessavam por cerca de 1 hora e depois reapareciam... O Ricardo tinha marcado um jogo de tênis com um amigo naquele dia e eu falei para ele ir. Que eu não estava em trabalho de parto e que não tinha problema nenhum. Bom, eu não estava oficialmente em TP, mas sabia que ele estava perto! Estava curtindo cada contração. Achava uma delícia sentir aquela dorzinha. Achava o máximo ficar cronometrando, tinha sonhado muito com esse momento! E agora ele era real! Sabia que logo logo minha bebezinha chegaria! Naquele sábado, fui comprar as amêndoas para colocar nas lembrancinhas do nascimento da Beatriz. Antes disso, tomei um capuccino na torteria de Lorenza. Lá senti algumas contrações. Na loja de festas, senti mais algumas. Voltei para casa e junto com a Clarinha preparamos as lembrancinhas. Eram 9 amêndoas para cada caixinha. Muito fofo ela me ajudando! Nisso, foram mais algumas contrações. Eu já estava me empolgando, mas o negócio parou... À tarde eu tinha um chá de cozinha de uma amiga, mas achei melhor não ir e tirar a tarde para descansar. Se o TP engrenasse de madrugada, eu precisaria estar descansada. Então, entre uma contração e outra, cochilei e relaxei. Até então não tinha ligado para minha médica. Estava esperando a coisa engrenar para falar com ela. Não queria criar alarde à toa... Por telefone, minha mãe e a minha doula acompanhavam meus pródromos. À noite e de madrugada o TP não engrenou. Dormi muito mal, pois eu tinha contrações espaçadas, incômodas, porém sem regularidade. Mas a cada contração eu acordava e me encolhia na cama até passar. Quando era muito dolorida, eu tinha que sair da cama e ir para a bola de pilates. Depois voltava para a cama para dormir. E assim fomos até o amanhecer do dia 31 de agosto.

Dia 31 de agosto de 2008, domingo, a DPP. Acordei com contrações regulares. Vinham a cada 10 ou 15 minutos. Me empolguei e achei que agora a coisa iria deslanchar. Coincidentemente, a Clarinha foi passar o dia com o pai dela. Já avisei a ele que a Beatriz estava para chegar, pois estava com muitas contrações e pedi que ele dormisse com ela naquela noite. Tudo certo. Só faltava a Bia nascer! Liguei para a médica e a deixei de prontidão. Ela falou para eu ligar de novo quando tivesse com contrações de 5 em 5 minutos por pelo menos 1 hora (acho que era isso). Porém, quando deu meio-dia a coisa parou. Aí eu desabei. Eu, que estava super otimista e pouco ansiosa, levando tudo na ótima e curtindo cada contração, comecei a desanimar. Poxa, mais de 24 horas tendo contrações doloridas e NADA de TP???? Será que ele não engrenaria nunca??? Poxa, eu queria minha filhota comigo.... chorei muito nos braços do Ricardo. Ele me acalmou e falou que estava perto dela chegar. Disse para eu não ficar daquele jeito, que as coisas estavam andando. Ok... passada a crise fomos almoçar na casa da minha sogra. Lá, tive várias contrações na sala. Minha sogra só dizendo: "essa menina chega hoje! Já já!" E eu, sem querer criar expectativas ia falando que não... que achava que ela só nasceria na semana que vem.

Almocei bem, depois tomamos um café e fomos descansar. No cochilo da tarde, mais contrações dolorosas. Lembro de uma que doeu bastante. Às 18 horas mais ou menos resolvemos voltar para casa. Daí a coisa engrenou e eu perdi a noção do tempo. As contrações não pararam mais. Foram ficando mais freqüentes e mais duradouras. Meu marido cronometrava, eu passava o tempo na bola de pilates. Liguei para a Dra. Rachel e ela disse que eu já poderia ir para o hospital se eu quisesse, para checar a dilatação, mas que só me internaria se eu já tivesse com mais de 4 cm. Resolvi esperar em casa. Aliás, os planos eram esses. Passar a maior parte do TP em casa e só chegar no hospital com a dilatação avançada. Fizemos as nossas malas. Meu marido colocou uma música tranqüila, apagou as luzes.... daí ele massageava as minhas costas e colocava a bolsa de água quente a cada contração. Ele foi maravilhoso, super companheiro!! Um "doulo" mais que perfeito. Teve um momento que fui para o chuveiro com a bola de pilates e foi tudo de bom também. Em um determinado momento o tampão saiu. Nossa, que felicidade! Mais uma prova de que tudo estava indo bem e que a dilatação estava evoluindo.

Dia 1º de setembro de 2008, madrugada de segunda-feira. Acho que lá para 1 hora da manhã resolvemos ir para o hospital. Ligamos para a Dra. Rachel e fomos para o Santa Luzia. Lá, o plantonista foi checar a dilatação e eu já estava com 7 cm. Que maravilha!!! Ótima notícia. Porém.... o hospital não tinha vaga... era um domingo e muitas cesáreas são marcadas para o fim de semana... daí já viu, né? Quem quer ter um parto normal, se lasca. Ligamos para vários hospitais e o único que tinha vaga era o Santa Helena, no final da asa norte. Fazer o quê? Fomos do final da asa sul ao final da asa norte, com mais de 7 cm de dilatação e muito sangue (sim, eu sangrei muito durante o TP). Nessa hora, só lembro da minha mãe ligando e eu falando que o hospital não tinha vaga. Ela, lá do Rio, ficou desesperada, me perguntando mil coisas e eu já não falava nada com nada. Passei o telefone para o Ricardo e ela desesperada ao me ver naquele estado e sem ter onde parir, ehhehehehe.

Chegamos no Santa Helena. A Dra. Rachel e a Jana, minha doula, chegaram junto com a gente. Fomos checar a dilatação e... Opa, 8 cm!!! Que beleza!! "Que mulher parideira", disse a Dra. Rachel. Nisso eu estava numa tremedeira só. Mas, levando tudo na boa. O engraçado é que onde eu ficava, não queria sair. Me colocaram em uma cadeira de rodas e eu não queria levantar de lá por nada!!! A Dra. Rachel me perguntou se eu não preferia ficar andando e eu agarrada naquela cadeira de rodas, tremendo que nem vara verde, hehehe. A tremedeira não era de medo não... era um sintoma comum da fase de transição (eu já tinha lido muito sobre isso e sabia que era normal). Bom, nem passamos pelo quarto. Fomos direto para o centro cirúrgico. Eu, Ricardo, Dra. Rachel e Jana. Logo depois chegou a anestesista (eu já estava muito cansada e imaginei que a anestesia poderia me relaxar). Achei a mulher super mal encarada... tenho muita nóia com esse lance de anestesia e fiquei fazendo mil perguntas para ela. Daí, a Dra. Rachel chegou perto de mim e perguntou: "Luna, você quer mesmo tomar essa anestesia? Você está indo tão bem... acha que vale a pena?" Daí eu pensei: já estou com 8 cm de dilatação e não estou achando tudo tão dolorido assim. Está correndo tudo tão bem... porque de repente estragar tudo tomando anestesia? Decisão tomada: dispensamos a anestesia. Logo logo já estava com 10 de dilatação, ou seja, oficialmente no período expulsivo.

O ruim de tudo é que hospital não era nem um pouco preparado para parto humanizado... fiquei sentada numa maca semi-inclinada (???), com as pernas apoiadas naquele negócio de ginecologista. Péssima posição. Ruim para fazer força, ruim para tudo. Eu fiquei nessa posição por muito tempo, antes mesmo dos 10 cm de dilatação. A cada contração, eu fazia força, embora ainda não tivesse com vontade. Não estava sentindo os puxos do expulsivo ainda. Isso me cansou muiiiiiiito!!!! No final, eu estava morrendo de fome e sono e só queria que a Beatriz nascesse logo. A cabecinha dela já estava lá embaixo, mas ela não coroava de jeito nenhum. E eu morta de cansaço. Daí, a Dra. Rachel fez a episiotomia. Eu não queria, claro, mas frente à situação (eu morta de cansaço e a menina que não coroava nunca), eu me rendi... Depois da episio, acho que em mais 4 ou 5 contrações, ela nasceu. Lembro da Dra. Rachel falando: "Vamos, Luna. Força!! Força!!! Falta tão pouquinho, Luna! Força! Vem, Bia! Vem, Bia!! Vem, Vem! Luna, como ela é linda!!!!". E ela foi para o meu colinho. Eu não acreditava!!!! Tinha conseguido!!!! Ela estava ali comigo!!!

Assim, na madrugada do dia 1º de setembro, às 4:37 minutos, nasceu minha princesa Beatriz. Apgar 8 / 9, com 3.105 kg e 50,5 cm. Cabeça amassadinha devido ao longo tempo no canal de parto (ela nasceu com a cabeça virada para cima, olhando para o teto. O mais comum é o bebê nascer com cabeça virada para o chão) e uma circular de cordão. Linda, perfeita. Passou pelos procedimentos pediátricos de rotina do hospital (o pediatra era plantonista) e veio mamar. No dia seguinte tivemos alta e voltamos para a nossa casinha com a nossa princesinha. E a partir daquele dia, nunca mais nossa família seria a mesma. Hoje me sinto completa e agradeço todos os dias que o destino tenha colocado a Beatriz nas nossas vidas.

Dia 1º de setembro de 2009, tarde de uma terça-feira. Beatriz, minha princesinha caçula, parabéns pelo seu 1º aninho. Você é uma criança muito, muito amada! Dedico esse relato de parto a você e ao seu 1º aniversário. Guarde-o com carinho e que ele te sirva de inspiração no dia que você for mãe. Te amo com todo o meu coração. Mamãe.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Doces 30...






Domingo passado completei 32 aninhos. Trinta e dois aninhos... peraí??? Quanto??? Parece que foi ontem que eu ainda morava com a minha mãe. A impressão que eu tenho é que o tempo voou! Parece que foi ontem que eu estava na faculdade de veterinária vestida de branquinho, brincando de ser médica. E agora, já vou fazer 10 anos de formada!! Passou tudo muito rápido! Éramos adolescentes viciadas em praia, sol e campeonatos de body board! Agora somos profissionais - veterinárias, publicitárias, arquitetas, psicólogas - mães, esposas, donas-de-casa. Somos donas no próprio umbigo, temos independência financeira e muita responsabilidade. A carga é grande, muito grande. Às vezes parece que o dia tinha que ter 40 horas, no mínimo. Mas, sinceramente, acho que estou vivendo uma das melhores fases da minha vida. Estou formando uma família! Deixei de ser filha para ser mãe. Os papéis foram trocados. E não tem nada mais gratificante na vida do que ver os filhos crescendo. Festas, baladas? Adoro, amo! Mas parece um grão de areia quando comparo com as primeiras palavrinhas da Beatriz, com o primeiro dentinho mole da Clarinha... Satisfação profissional? Para mim, importantíssimo! Não abro mão de trabalhar, me faz muito bem! Mas, agora minhas prioridades são elas. Por isso, atualmente não estou em busca de viagens profissionais, não quero passar horas a fio no escritório para ganhar um pouco mais. Dinheiro a gente recupera depois. Já a infância delas... passa rápido demais!!!

Agradeço por mais um aninho de vida! Agradeço por ter uma família maravilhosa, que me ensinou valores que eu considero essenciais. Agradeço à "força maior" que colocou o Ricardo no meu caminho, um companheiro para todas as horas, um pai que superou todas as minhas expectativas. E agradeço pelas meninas. A quem dedico a minha vida e todo o meu amor.

* Os 32 aninhos foram comemorados no Rio, junto da família e amigos queridos. Essas fotos maravilhosas foram resultados desse encontro. Cliques especiais da vovó Cau!


domingo, 26 de julho de 2009

Parabéns, minha princesa!

26 de julho de 2009! 6 anos, hein? Que menina linda você está! No auge da sua meninice, gosta das mesmas brincadeiras de que eu gostava quando era criança! E o seu jeitinho... o mesmo que eu tinha! Meio tímida, meio medrosa. Muito amiga, é capaz de abrir mão das suas coisinhas para dar para as amiguinhas. Super protetora, irmã mais velha (como eu), não pode ver a caçula chorando. Carinhosa, não cansa de pedir colo, apesar de todo o tamanho. Filha, você está começando a trilhar seu caminho na vida. Que ele seja repleto de luz e que eu possa te ajudar com as pedras que aparecerem. Posso não ser a mãe mais perfeita do mundo. E não sou. Mas, te amo sabe quanto? O maior número do mundo! "E qual é, mamãe?" Não existe filha. É infinito.

sábado, 25 de julho de 2009

Planos futuros



Clarinha fazendo planos para as próximas festas de aniversário:

- Mamãe, minha festa de 7 anos quero que seja da "Hannah Montana"!

- Legal, filha...

- E a de 8 anos, quero do "High School Music"!

- Tá bom, filha....

- E a de 9 anos, sabe do que vai ser?

- Do quê, Clarinha?

- Do "Maicun" Jackson!


*foto by vovô!

terça-feira, 7 de julho de 2009

Festinha de 6 anos

Na sexta-feira passa, dia 03 de julho, comemoramos o aniversário de 6 anos da minha princesa mais velha, Ana Clara.

Deu tudo certo, toda a turminha compareceu! A farra começou na escolinha. Chegamos na sala de aula e as crianças já em coro entoaram o tradicional "parabéns para você". Uma graça. Fomos todos juntos na van até a casa de festas. Lá, as crianças brincaram sem parar. Nossa, quanto pique eles têm!

Antes dos parabéns, fizemos uma rodinha e as crianças entregaram os presentes e ela abriu lá mesmo. Acho que desse jeito fica mais pessoal, melhor que levar tudo para casa e abrir depois. Foi muito fofo. Ela recebia os presentinhos, agradecia e dava um abraço no amiguinho.

Bom, não preciso nem falar que ela AMOU! E como a data do aniversário dela é só no dia 26 de julho, ontem ela disse:

- Mãe, o que vamos fazer no dia do meu aniversário? Vamos para outra casa de festas?

Esperta essa menina...

terça-feira, 30 de junho de 2009

10 meses

Minha princesinha,

Hoje completam 10 meses que você chegou. Foram 10 meses de muito aprendizado. Eu, que achava que já sabia tudo sobre ser mãe, me vi às voltas com um bebezinho que chorava muito, que dormia pouco e que só queria colo. Tudo diferente do que eu esperava. Aos poucos, fui decifrando seus sinais, aceitando o seu jeitinho bravinho. Sempre dando o colo e o contato que você pedia, sempre dando aconchego e mamazinho quando você chorava à noite. Fomos nos entendendo, nos conhecendo e nos apaixonando. Hoje você é uma bebê feliz, carinhosa e muito sapeca!

Filha, a mamãe te ama tanto, tanto, que parece que vai transbordar. É tanto amor que não cabe dentro do peito. E que cresce a cada dia.

Parabéns pelos 10 meses.

Preparativos





Clarinha completa 6 anos no dia 26 de julho. Como é no período de férias, resolvemos antecipar a comemoração e a festinha será no dia 03 de julho, na próxima sexta. Na idade dela, a curtição é com os coleguinhas de escola, por isso decidi fazer o seguinte esquema:



- Fechei uma casa de festas. Lá já tem vários brinquedos para a garotada se acabar de tanto brincar.



- A festa será em horário escolar. Contratei o transporte, vou buscar as crianças na escola, levar para a casa de festas e depois devolver para a escola. Assim, a chance de algum amiguinho não ir na festinha vai ser bem menor e a bagunça será bem maior.



- Tema: escolhido pela princesa mais velha: “Princesas da Disney”.



A festa vai ser basicamente para as crianças. De adulto, apenas a família e as professoras. E ela já está na contagem regressiva! Todos os dias, ela acorda falando sobre quantos dias faltam para a festinha.


Para as crianças, festa de aniversário é um sonho. Receber os amiguinhos, abrir os embrulhos de presentes, cantar parabéns, comer brigadeiro, ficar mais velha, brincar, brincar e brincar. Poder realizar esse sonho dela, não tem preço. Ver os olhinhos dela brilhando ao ver a festinha toda montada, não tem preço. E eu já estou ansiosa para o grande dia!