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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Fada do dente

Clarinha já tem 6 aninhos e é nessa idade que os dentes de leite começam a cair. Na escola, ela era a única da turminha que não tinha perdido nenhum dente. Imagina a ansiedade dela para exibir a “janelinha”? O primeiro dentinho (incisivo inferior) começou a ficar mole há uns 2 meses. Nesse meio tempo, um dente GIGANTE começou a nascer atrás, hehehehe. Enorme mesmo, comparando com os pequeninos dentinhos de leite. Fiquei apreensiva, sem saber se deveria levá-la ao dentista para arrancar logo o dentinho mole para o definitivo não nascer muito torto. Liguei para uma ortodontista conhecida minha que disse que o melhor era deixar cair naturalmente. Que não haveria a menor necessidade de arrancar e começar um trauma de dentista desde pequena. Achei bem coerente e ficamos esperando o dentinho cair. Quando ele já estava por um fio, Clarinha foi comer um pedaço de pão e ele caiu. Ela ficou tão feliz, mas tão feliz que saiu correndo pela casa com a boca ensangüentada e gritando: “MEU DENTE CAIU, MEU DENTE CAIU”!!!!!! A felicidade foi tanta que ela nem ligou para o sangue. Ficava olhando para o dente e dizendo: “meu dente é tão fofinho...” hahahahhahaha. Fofa é ela! J

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Fada do dente:

- Filha, já que seu dentinho caiu, hoje à noite a fada do dente virá te visitar e vai deixar um dinheirinho para você.

- Fada do dente existe, mãe (tom incrédulo)?

- Não, filha. A mamãe é sua fada do dente.

- Ah tá. Então vou querer uma nota de 100 reais!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Primeiros passinhos

Ontem, pela primeira vez, minha bebê deu seus primeiros passinhos sozinha sem apoio. Ela já anda muito bem segurando a nossa mão. Na verdade ela até corre, mas se a gente tenta soltá-la, ela fica brava e senta. Não se sente segura totalmente solta. E não é que ontem ela se soltou? Com 1 ano e 2 semanas, ela soltou as mãozinhas e veio andando primeiro paralelo ao sofá (para voltar a apoiar as mãos quando terminasse a “graça”) e depois veio em minha direção. Estávamos na sala eu, a Clarinha e depois a Daniele (a babá) que foi rapidamente convocada para conferir as sapequices da Beatriz. Ficamos todas atônitas e sem reação. Eu realmente não estava esperando, pois embora soubesse que ela tinha equilíbrio para andar, achei que ainda faltasse coragem. Foi muito fofo ver a Clarinha vibrando com o feito da irmã: os olhinhos dela brilhavam, o sorriso no rosto enquanto falava sem acreditar: “ela andou, mamãe”!!! Emocionante! Pena que o papai perdeu....

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Meu bebezão


Se tem uma coisa que me irrita é alguém fala que bebê de 1 ano não é mais bebê.... como não é bebê??? Minha filhota acabou de completar 1 aninho e ainda não anda, balbucia algumas poucas palavrinhas (mamã, papá, au-au, nenê e aú, para água), usa fralda, tem míseros 7 dentinhos na boca e mama no peito. Porque depois do primeiro aniversário, o bebê passaria a ser uma criança? Isso não tem o menor sentido. Para mim, a Beatriz está no auge da sua bebezice e não, ela não está grande demais para mamar no peito! Graças a Deus, não sofro nas mãos dos palpiteiros. Todos os que me cercam apóiam a amamentação e não ficam me enchendo dizendo que a Beatriz está grande para mamar.


Acho que essa opção, amamentar por mais tempo ou não, é tão pessoal e depende muito da sintonia mamãe / bebê... eu não penso em desmamar minha filhota por agora. Isso está beeeeeeem longe dos meus planos. Eu amo muito muito amamentar! E ela adora também! Porque vou ficar ouvindo bobagens (na minha opinião, pois cada um acredita no que quer), que depois da dentição o bebê não precisa mais mamar ou que a amamentação cria uma dependência muito forte (e daí??? Ela terá a vida inteira para ser independente), ou que é feio amamentar criança maior e que trará problemas psicológicos depois. Em contrapartida, a OMS apóia a amentação prolongada, recomendando-a até 2 anos ou mais. Lembro uma das filhotinhas da minha gata, que ficou com a gente e não teve que ser desmamada precocemente, mamou até grande, com a boca cheia de dentes e comendo muita ração, ehehhehe. Ainda bem que ela não tinha “gatos palpiteiros” ao seu redor!


Então, em minha opinião: amamentação é amor, é carinho, é vínculo. E isso com certeza não causa prejuízos psicológicos! Abandono causa problemas psicológicos, maus tratos também. Não digo que a gente tenha que deixar a criança fazer tudo e não dar limites. De jeito nenhum. Quem me conhece sabe que eu procuro dar limites para minhas filhas. Dar limites também é dar amor. Mas eu não consigo enxergar como o amamentar possa prejudicar um bebê ou uma criança... Eles não têm malícia e não enxergam os seios como algo sexual. Por isso, não tenho um prazo estipulado para desmamar minha pequena. Não estou aqui afirmando piamente que seguirei um desmame natural se a amamentação se prolongar por muito tempo. Acho que a amamentação prolongada tem que ser boa para a mãe e para o bebê. Se a mãe não está à vontade, não adianta forçar a barra. Mas, por enquanto, a amamentação está TUDO DE BOM!!! Adoro curtir os momentos com a minha pequenininha grudadinha no peito. Eu brinco com o pezinho dela (brincando de chulé), ela morre de rir e às vezes larga o peito e fala papá, hahahhaha. Cara de pau!!!


E aos poucos, minha bebê está crescendo. Hoje em dia, do alto de seu 1 aninho e 10 dias, ela não pede mais tanto o mamá. Sou eu que sempre ofereço. Às vezes dorme sem mamar deitadinha na cama ao meu lado... daqui a pouco dará seus primeiros passinhos e quando menos se espera, já estará por aí, toda independente como a irmã. E daqui a pouco, aqueles serzinho gorducho e fofíssimo, estará somente nas minhas recordações...